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Maggie Kirkpatrick, antiga estrela da TV australiana, é acusada de pedofilia

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Maggie Kirkpatrick e Bert Newton apresentam versão australiana do aclamado musical da Broadway ''Wicked', em Sidney, em 2009
(Foto: Torsten Blackwood/AFP)
 

Na década de 1980, atriz teria abusado sexualmente de garota de 13 anos.

Hoje com 74 anos, ela fez fama como guarda lésbica da novela 'Prisioner'.

A atriz australiana Maggie Kirkpatrick, de 74 anos, foi acusada pela polícia de ter abusado sexualmente de uma menina de 13 anos, ainda na década de 1980, quando era uma das principais estrelas da TV do país, informou nesta terça-feira (28) a imprensa local.

Famosa por um papel como uma guarda lésbica na novela "Prisoner", sucesso entre 1979 e 1986 na Austrália, ela negou as acusações. Mesmo assim, terá que comparecer perante um tribunal do estado de Nova Gales do Sul no próximo dia 19 de agosto, segundo comunicado da polícia.

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Magno Malta é relator da Lei da carteirada que será votada pela CCJ após o recesso

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Após o recesso parlamentar, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) pode votar, em decisão final, projeto de lei do senador Romário (PSB-RJ) que institui a “Lei da Carteirada”.  Para o relator da matéria, senador Magno Malta (PR-ES) “a proposta altera o Código Penal para punir o agente público que se aproveitar do cargo, emprego ou função para deixar de cumprir obrigação legal imposta a todos os cidadãos ou para obter vantagem ou privilégio indevido. É a lei para inibir privilégios e abusos de autoridade”, esclareceu Malta
 
“Ainda é comum, no Brasil, a prática da 'carteirada'. Assim, muitas autoridades e agentes públicos utilizam o cargo que ocupam para deixar de se submeter à fiscalização de trânsito, obter facilidades para ingressar gratuitamente e com tratamento diferenciado em eventos pagos, além de outras vantagens e privilégios indevidos”, argumentou Magno Malta.

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A ideologia tornou-se mecanismo de debates

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 Trecho da reportagem especial da revista Carta Capital sobre ideologia que cita o trabalho do senador Magno Malta  e o alcance da sua palavra nas redes sociais.

 : "Agora são os municípios que, sob forte pressão da bancada evangélica do Congresso e das igrejas, estão excluindo o item dos textos convertidos em projeto de lei. Somente dois dias depois de publicado, o vídeo do senador Magno Malta (PR-ES) que conclamava a população a pressionar vereadores que admitissem essa ideologia de gênero teve mais de 50 mil compartilhamentos no Facebook."

Fonte: Carta Capital

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Magno Malta vai ouvir cineasta americano, padre Paulo Ricardo e Heloisa Helena sobre lei do aborto

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Senador Magno Malta (PR-ES) convidou para audiência pública, no dia 6 de agosto, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação participativa – CDH – para debater a sugestão popular que descriminaliza o aborto no Brasil até 12 semanas de gestação, personalidade que tratam a pauta em diversos setores, inclusive nos Estado Unidos, que recentemente liberaram o procedimento abortivo.
 
Senador Magno Malta é o relator e antes de emitir o parecer final tem promovido audiências públicas com diversas entidades médicas, religiosas e movimentos organizados que já trabalham o tema. “Este amplo debate é importante para formar juízo de uma matéria polêmica, mas que existe um anseio popular em busca de definição de código de conduta, de uma lei clara que seja estabelecida sem brechas para normatizações de acordo com cada situação”, esclareceu Magno.

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Magno Malta ouve os dois lados da proposta popular que garante a legalização do aborto

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A possibilidade de aborto garantido pelo Sistema Único de Saúde até 12 semanas de gravidez, com garantia de atendimento médico nos hospitais públicos e apoio psicológico e social às grávidas, também foi debatida na CDH. “Estamos realizando audiências públicas e vamos ouvir todos os setores antes de apresentar o relatório final, disse Magno Malta, relator da sugestão na Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal.

O tema é objeto de uma sugestão legislativa (SUG 15/2014) feita pela população por meio do Portal e-Cidadania. O relator da sugestão, senador Magno Malta (PR-ES), juntamente com a comissão, decidirá se ela merece prosperar na Casa. O assunto dividiu a opinião dos convidados e dos senadores participantes das audiências públicas sobre o tema. “É uma matéria importante e que merece destaque já que trata de vida”. Avaliou Magno.

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Magno Malta quer aumentar penas para crimes de ameaças e lesão corporal contra mulheres

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O projeto de autoria do senador Magno Malta (PR-ES), que tramita no Congresso Nacional aumentará as penas previstas para os crimes de ameaça e lesão corporal leve quando forem praticados contra mulheres, com o objetivo de combater a prática desses crimes, punindo severamente seus autores. Segundo Magno, “tem como finalidade aplicar uma punição mais justa aos que praticam violência doméstica contra a mulher, dando maior efetividade ao combate desta prática”
 
Pelo projeto de Magno Malta, o crime de ameaça terá como pena reclusão, de 1 a 3 anos. O crime de ameaça somente se procederá através de representação da vítima. De acordo com o senador, os crimes de lesão corporal leve e ameaça são os mais praticados contra as mulheres. Entretanto, é importante lembrar que as penas previstas para estes crimes são bastante brandas, não cumprindo dessa forma o seu papel inibitório e preventivo. Desse modo, Magno Malta defende que este projeto de lei tem como objetivo aplicar uma punição mais justa aos que praticam violência doméstica contra a mulher, dando maior efetividade ao combate.