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Homem que usava rede social para aliciar menino é preso em Jaru, RO

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Um homem de 39 anos foi preso, nesta segunda-feira (25), por pedofilia em Jaru (RO), a cerca de 290 quilômetros de Porto Velho. De acordo com a Polícia Civil (PC), o suspeito utilizava o Facebook para aliciar um menino de 12 anos. Um computador e celulares foram apreendidos. A polícia acredita que outros adolescentes e crianças também podem ter sido vítimas. O homem foi ouvido e encaminhado para o presídio do município.

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Pedido de prisão domiciliar para o pedófilo "Rei da Cachaça" é negado

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O pedido de prisão domiciliar para o empresário Antônio Eustáquio Rodrigues, de 64 anos, conhecido como o "rei da cachaça", foi negado. Rodrigues continua preso de forma preventiva enquanto aguarda o processo, já que é acusado de pedofilia e tentativa de assassinato.

Na última quarta-feira (20), o empresário foi transferido do presídio de Pedra Azul, no Vale do Jequitinhonha, para o presídio de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. Rodrigues é dono das marcas de cachaça Seleta, Saliboa e Boazinha, e foi preso no dia 12 de agosto, em Salinas, no Norte de Minas, suspeito de abusar de um menino de 14 anos e de uma menina de 15, e de tentar matar um homem de 18.

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Magno Malta parabeniza PF pela operação de combate à pedofilia

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Senador Magno Malta (PR/ES) elogiou a ação da Polícia Federal realizada nesta semana em diversos estados para combater a pedofilia na internet. "A impunidade da rede funciona como um motivador para que criminosos abusem sexualmente de crianças e adolescentes", afirmou Malta.

Operação é resultado do trabalho de inteligência da polícia que monitorou o compartilhamento de imagens de pedófilos nas redes sociais desde 2013. O esforço alcançou 14 estados com 42 mandados de busca e apreensão de computadores. “Inclusive no meu Estado, Espírito Santo, na cidade de São Mateus, foi preso um suspeito”, informou Malta.

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Magno Malta condena tentativa de exclusão de religião da recuperação de usuários de drogas

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Senador Magno Malta (PR/ES) criticou em Plenário a manobra do governo em retirar a atividade religiosa da recuperação de dependentes químicos. “Lamento que o Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas prepare uma resolução pela qual as comunidades terapêuticas não poderão mais falar sobre religião com os pacientes”, protestou Malta.

As comunidades terapêuticas, entendidas como instituições de atendimento ao dependente químico, não governamentais, em ambiente não hospitalar, com orientação técnica e profissional, onde o principal instrumento terapêutico é a convivência entre os residentes, surgiram no cenário brasileiro, ao longo dos últimos quarenta anos, antes mesmo de existir qualquer política pública de atenção à dependência química no país. Elas cresceram, multiplicaram-se e ocuparam espaços na medida em que inexistiram programas e projetos de caráter público que oferecessem alternativas para o atendimento às pessoas dependentes de substâncias psicoativas.

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Ação contra pedofilia é realizada na manhã de hoje

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Ação da Polícia Federal contra pedofilia ocorre em 14 Estados e no Distrito Federal (Foto: Divulgação)Ação da Polícia Federal contra pedofilia ocorre em 14 Estados e no Distrito Federal (Foto: Divulgação)A ação da Polícia Federal "Resgate Online", de combate à pornografia infantil, aconteceu nesta terça-feira (19) no Pará e em mais 13 Estados brasileiros, além do Distrito Federal.

Os policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão de computadores de pessoas suspeitas de terem acessado ou compartilhado fotos e vídeos de nudez infantojuvenil. A pena para o crime pode ser três a seis anos de reclusão, no caso de transmissão, e de um a quatro anos, no caso de armazenamento.

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Adicionar desconhecidos nas redes sociais aumenta casos de pedofilia

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Uma pesquisa feita no Brasil por um centro de estudos ligado a Unesco revelou um dado preocupante: 38% dos adolescentes de 11 a 17 anos costumam adicionar pessoas que não conhecem à lista de amigos nas redes sociais.

Esse é um dos fatores apontados pela polícia para o aumento dos casos de pedofilia na internet. O Jornal Hoje teve acesso a conversas entre pedófilos e adolescentes, que estão sendo analisadas pela polícia depois que os pais descobriram o assédio.